Estilo atriz de porno brasileiro

Já vi muito porno brasileiro bom, mas não como este conto.

Eu não acreditava muito, até que comprovei esse fato ao vivo, num rolê na beira do rio.

Nunca mais esqueci aquela morena que, muito animada, tratou muito bem a minha rola, uma louca por sexo que fez valer esse ditado tão conhecido.

Tinha sido convidado por uns amigos a ir à chácara de um deles em um final de semana, pois haveria um churrasco com as gatas mais safadas do nosso meio.

Pelo que me disseram tinham chamado só as mais tops. E como estava meio na seca, resolvi ir para tentar a sorte e, quem sabe, arrumar uma bucetinha para comer.

Cheguei um pouco antes do almoço, por volta das 11h, e o esquema tava bombando.

Alguns brothers perto da churrasqueira, trocando ideia, outros no rio com algumas minas.. Outros no gramado… E o melhor é que tava pipocando de gatas, do tipo que você olha num pornô brasileiro e não acredita que exista mulher daquele tamanho.

Tinha para todos os gostos, e uma delas me chamou mais atenção. Tomei umas biritas pra ficar mais amaciado, tomei coragem e fui falar com aquela deusa.

Gaby era o nome dela. Pele parda, longos cabelos pretos que iam até a cintura, peitos siliconados em pé, uma cintura daquela que dá pra segurar firme com as duas mãos. E um rabo que derruba qualquer homem.

A gostosa tava com uma blusinha, mostrando a barriga. E uma calça daquelas de academia apertadinha, socada no rabo. O que deixava ela ainda mais deliciosa do que o normal.

Sério, é do nível das gostosas mais profissionais das pornografias e se bobear é ainda melhor.

Começamos a trocar uma ideia, conversando o básico que duas pessoas se falam quando estão se conhecendo, e era impossível disfarçar o meu olhar nas partes do seu corpo.

Certeza que ela percebeu, pois vez ou outra ela me olhava no fundo dos olhos com um olhar bem safado, daqueles que entendiam bem a minha intenção.

Fomos para o gramado onde tava rolando um batidão, e no meio da brincadeira, começou uma esfregação entre nós dois.

A cavala rebolava perto de mim, e dava umas resvaladas no meu cacete com aquela bundinha enorme, que dava até para encaixar no meio das bandas.

Não demorou muito para eu ficar duro, louco, tomado de um tesão absurdo. O que ela, experiente nisso, percebeu e forçou ainda mais.

Com os drinks fazendo efeito em nosso sangue, das esfregadas passamos a ficar ainda mais perto. Os corpos encostados quase por completo, até que um beijo bem molhado foi inevitável.

Disfarçadamente, apertei de leve um dos seus peitos, e deu pra sentir o bico durinho, provando que ela também tava afim de algo mais.

Nessa dança envolvente, ela deu meia-volta, encaixou a bunda bem no meu pau, me puxou pela nuca e falou no meu ouvido para irmos no banheiro, que era um pouco afastado, eliminar todo aquele calor com uma boa trepada.

Fomos correndo ao banheiro feminino e, para nossa surpresa, já acontecia uma pegação gostosa ali dentro entre três gatas.

Ver aquilo me deixou ainda mais com vontade, mas Gaby foi rápida e me puxou pelo braço, avisando que tinha um quartinho ali perto e que não estava trancado.

Dito e feito, a porta foi aberta, e mal fechamos e começamos a nos beijar bem gostoso. Eu pegando ela pelo rabo, e dando uma boa apalpada… Ela já enfiando a mão na minha bermuda, e dando um aperto delicioso no meu pau que já quase estourava de tão duro.

Tudo aquilo parecia com um roteiro de filmes porno brasileiro que eu costumava ver.

Depois da pegação inicial, coloquei ela de quatro na pequena cama que havia dentro e, lentamente, fui tirando seu shortinho, passando a boca e a língua em suas coxas e bunda, até que desci a calcinha por completo e fiquei com água na boca.

Que buceta maravilhosa que aquela morena tinha. Daquela que de quatro fica bem fechadinha, dando a entender que era apertada e uma delícia de enfiar o pau.

Chupei muito aquela xoxota, e em pouco tempo já sentia o caldinho dela escorrendo em minha boca.

Trabalhei firme nela, até ver as pernas da safada se bambeando e enfraquecendo de tanto gozar.

Depois, foi minha vez de receber um oral federal, daqueles que o cara não acredita que ta acontecendo, que se vê muito em videos porno brasileiro em que a putinha é uma faminta por um pau, e devora ele todinho, lambendo por inteiro, chupando as bolas e sugando a glande de um jeito que quase não segurei a gozada.

Mas a vontade de comer aquela mina era tanta que me esforcei, e quando ela parou a mamada e veio pra cima, era hora da cavalgada.

E que cavalgada, meus amigos, a morena mais parecia um canguru de tanto que ela pulava no meu cacete, subia e descia tão rápido que pensei que não ia aguentar muito.

E enquanto ela rebolava enlouquecida, seus gemidos e palavras sujas (me fode gostoso, me xinga de putinha, que pau delicicioso) me deixavam ainda mais excitado, me fazendo segurar ela pela cintura, e coordenar a minha metida com o impulso dela, fazendo a rola ir ainda mais fundo naquela xaninha.

Mas claro que o gran finale aconteceu, como eu disse no início da minha história: foi a minha vez um cu de uma gostosa como ela, da mesma forma que eu havia visto nos filmes pornô das antigas.

No meio da foda, ela aliviou um pouco, e veio até meu ouvido, dizendo que sentia ainda mais tesão no cuzinho e que ele já estava piscando, louco para sentir a minha piroca esfolando ele.

Quando me dei conta, ela já estava com dois dedinhos amaciando o local, e quando se sentiu segura, abriu as pernas, segurou meu pau e aos poucos foi colocando ele dentro.

Mal entrou a cabecinha, e eu quase gozo, de tão apertadinho que era.

Concentrei para não fazer feio, e quando entrou tudo, meus amigos, aí a coisa ficou melhor ainda.

Num vai e vem frenético, comi gostoso o cuzinho da Gaby, e enquanto a fodia, dedava seus clitóris bem de leve, fazendo com que ela gozasse pela segunda vez.

Dava pra sentir que a bicha curtia mesmo um sexo anal, pois ficou tão relaxada que parecia que estava comendo não a bundinha mas a bucetinha.

Foi mais um tempinho de sexo até que não deu mais para segurar. Gaby era muito gostosa e quando tirei o pau dela, a safada veio direto com a boca aberta para tomar todo meu leitinho.

Não desperdiçou uma gotinha sequer, e ficou ali enrolando na cama, esperando passar todo aquele cansaço, pois queria a segunda dose logo.

Em poucos minutos, estaria eu novamente metendo gostoso naquele cuzinho delicioso.