Meu sexo caseiro com a ruiva

Conheci na internet uma novinha exótica, instigante e maravilhosa, que me deixou louco pra fazer um sexo caseiro com ela.

Ruivinha, daquelas ratas de academia que ficam gostosas rápido, e um olhar penetrante que até os mais experientes se deixam levar.

Tinha um par de peitos grandes, fartos, uma barriguinha sequinha e nas fotos de biquíni, o destaque era seu rabo fenomenal, redondo e muito grande.

Queria algo sem compromisso, e a vontade de fazer uma foda com ela veio na telha. Mandei mensagem para ela e esperei a resposta.

Ela demorou a responder, mas toda a espera valeu a pena. E logo você saberá o porquê. Ela morava em outra cidade, cerca de 150km de distância, mas estava disposto a pegar a estrada para conhecer aquela ninfetinha maravilhosa.

Bate papo

Era solteira, tinha terminado um relacionamento há pouco tempo, e estava afim só de casualidades. Estou na mesma, pensei.

Nossas vontades se conectaram. Combinamos de marcar um encontro num final de semana. Lá fui eu rodar no tapete preto atrás de uma foda com uma gostosa que eu tinha certeza que valeria a pena.

Cheguei na cidade no início da noite, ou seja, tinha muita coisa pra rolar ainda. Parei num posto, tomei umas cervejas para dar aquela animada e na hora marcada, fui de encontro à mina.

Era um barzinho aconchegante, tava lotado, e tocando um som agradável. Numa das mesas ao fundo estava ela sozinha com um drink requintado. Ela tinha bom gosto.

Nos apresentamos, sentei e a conversa começou. Não pude deixar de notar a roupa dela e puta que pariu! Como aquela ninfeta estava deliciosa.

Um vestido floral meio apertado, que deixava o corpo dela com a silhueta de um violão. Mentalmente, comecei a imaginar as situações mais safadas com aquela gatinha, umas que tinha visto em uns videos de sexo caseiro uns dias antes.

Durante o papo, ela me contou que os pais haviam viajado e que estava sendo bom ter saído de casa um pouco para espairecer a mente. Tinha também terminado um namoro poucos meses antes e precisava ver gente nova e sentir calor humano.

Vou dizer uma coisa para vocês: nessa hora, minha pica estava latejando de tanto tesão, e com o efeito do álcool, sentei bem pertinho dela.

Num movimento delicado, coloquei a mão nas coxas dela e acreditem, ela abriu as pernas, dando a entender que era para meu braço ir um pouco mais adentro. Nem nos vídeos caseiros de sexo mais safados eu imaginaria algo desse tipo.

Sem calcinha

Ela estava sem calcinha. Meus dedos tocaram seu clitóris avantajado, e ela deu um suspiro, e uma leve contorcida. A porta de sua bucetinha estava melada, dava para sentir que escorria pelas pernas.

A ruivinha não via a hora de sentir uma piroca entrando nela, foi o que pensei na hora. Estava na seca, precisava urgente fazer sexo.

Joguei um verde, oferecendo uma carona para ela (nem perguntei como ela havia chegado ao bar) e a gata aceitou.

Durante o caminho, apenas mais conversa. Na porta da casa, veio o convite para eu entrar, e claro que aceitei. Uma bela casa em um bairro nobre, um portão enorme que cabiam uns quatro carros dentro.

Entramos, e mal fechou o portão, veio aquele beijo delicioso que inicia o sexo. Nas trocas de línguas, já dava para saber que a nossa trepada seria alucinante. Agarrei a delícia nos braços e, como um bom sexo caseiro amador levei-a para a sala e a foda começou.

Com as roupas no chão, trocamos carícias como chupadas no peito, mãos bobas tocando as partes mais íntimas e muitos beijos. A danada deu uma pegada tão forte no meu pau, e bateu uma punheta tão bem batida que quase não controlo o gozo.

Coloquei a novinha de quatro no sofá, e dei muita linguada naquela putinha. Fiquei alternando entre cuzinho e bucetinha, a buceta tão molhada que encharcou minha boca com seu caldinho, e um cheiro tão bom que me deixava ainda mais excitado.

Enquanto fazia nela o oral, sentia suas pernas se contorcendo, como se aquilo estivesse levando ela ao delírio.

Fechando a noite

De surpresa, passou um cuspe na cabeça da piroca e de leve, coloquei aos poucos dentro daquela xaninha. Estava depilada e bem lisinha, de forma que meu pau escorregou para dentro com tanta facilidade que acabou indo fundo demais, fazendo a gatinha dar quase um pulo de susto, mas logo tudo se recompôs. A partir daí, foi só alegria, digna de um video sexo caseiro que não deixei de fazer.

Fodi ela gostoso de quatro, e com meus dedos, brincava com o cuzinho dela para ver se ela liberava. Não quis e respeitei a vontade dela. Não tinha como achar ruim, já que sua xoxota era uma delícia e estava adorando comê-la.

Quis sentir a ninfeta um pouco mais de perto, sentir o calor do seu corpo, seu cheiro e tudo mais, e peguei ela de ladinho. Enfiei tudo, e apertei ela ao meu corpo, de modo que ficamos bem juntos e a metida ficava fácil.

Segurava ela forte na cintura, e com todo meu impulso. Fazia o vai-e-vem naquela gata que gemia muito, esperneava e falava altas putarias.

O gran finale de toda a curtição foi a cavalgada. Com um rabo gostoso daquele, todo malhado e redondinho, eu precisava sentir ela por cima de mim e dando um belo trato na minha rola.

Foi nessa hora que o filme de sexo caseiro atingiu seu ápice. Com um domínio completo, ela subiu em mim, colocou as mãos no meu peito e começou.

Subia e descia, subia e descia. Deitou um pouco, e com movimentos rápidos, sentia aquela bucetinha resvalando no meu pai de um jeito tão forte que em questão de minutos, gozei.

Na hora certa, tirei a piroca de dentro dela, coloquei ela deitada, e soltei a porra toda naquela bunda fenomenal, uma das melhores que já vi até hoje.

Ela disse que eu não poderia dormir lá, os pais dela chegariam no outro dia seguinte.

Não reclamei, ficamos um pouco juntos e logo fui embora. Em poucas horas estava novamente em casa, pensando em quando veria novamente aquela ninfeta ruiva que fez um belo trabalho no meu cacete.